magazine RISCO ZERO n7 - page 80

magazine risco zero
O PAPEL DA CERTIFICAÇÃO NA ORGANIZAÇÃO
DO DESAFIO À SUPERAÇÃO
Nos dias que correm, é absolutamente essencial e um fac-
tor de exclusão até, em mercados mais dinâmicos e compe-
titivos, que os serviços prestados por uma empresa sejam
serviços de qualidade elevada, maximizados na sua pleni-
tude e marcados essencialmente pela honestidade, transpa-
rência, justiça e objectividade de procedimentos e normas
uniformizadas.
Uma empresa que se proponha a certificar o seu modus ope-
randi, o modo como planeia, como executa e como regista
as suas actividades quotidianas, é uma empresa que desde
logo passa uma mensagem clara não só aos mercados atra-
vés dos seus clientes mas também e fundamentalmente aos
seus colaboradores. Esta mensagem traduz o compromis-
so e o reconhecimento de que o principal valor do trabalho
está nas pessoas e no modo como estas interagem, interna
e externamente.
A uniformização dos processos através da adopção de pa-
drões internacionais, optimiza os sistemas de produção
com ganhos directos e visíveis e quando falamos de ganhos
não nos referimos tão somente a lucro material, de valores,
mas essencialmente na valorização tanto dos Recursos Hu-
manos como da própria relação com o cliente através de um
produto com qualidade acrescida.
Neste sentido, no ano de 2010, a Administração decidiu dar
inicio a um forte investimento baseado na sua força de tra-
balho, no seu know-how, tendo como suporte a sua forte liga-
ção a Angola e a necessidade de aprimorar as condições de
trabalho, tornando-o mais seguro e provocando uma maior
satisfação pessoal dos colaboradores apostando assim em
ser declaradamente a melhor empresa no seu sector.
Para este efeito, a certificação dos serviços prestados foi
vista como o caminho mais lógico a seguir.
A implementa-
ção do Sistema Integrado de Gestão de Qualidade, Segu-
rança e Saúde no Trabalho (SGQSA), através das normas
NP EN ISO 9001 e NP 4397 OHSAS 18001
era a resposta
lógica para a visão empreendedora e alicerçada em valores
fortes como a Coesão, Rigor, Lealdade, Ética, Meritocracia
e Cultura, através de uma estreita adesão a regras e regu-
lamentos. Desta forma, o facto da Conduril em Portugal ser
já certificada há vários anos e ter uma vasta experiência em
mercados exigentes e altamente qualificados como a Eu-
ropa, beneficiou e acelerou o processo de certificação em
Angola.
por
Conduril Engenharia SA
BOAS PRÁTICAS NO LOCAL DE TRABALHO
O processo de implementação e adopção a um novo for-
mato, actualizado, mais competitivo e exigente, causou um
forte impacto em toda a organização, uma vez que conta-
mos com um grupo bastante alargado de colaboradores de
longa data, habituados a metodologias próprias, também
elas extremamente válidas, mas de certa forma não unifor-
mizadas e em linha com esta nova realidade competitiva.
Diante do forte investimento inicial, como a compra de
Equipamentos de Protecção Individual e Colectiva homo-
logados, requalificação e aquisição de novos Equipamentos
de Trabalho, reestruturação de instalações para que fosse
possível cumprir com os requisitos de segurança exigidos,
tais como procedimentos de combate a incêndios, metodo-
Para sensibilizar os colaboradores da Conduril para a importância
da melhoria contínua, desenvolvem-se Oficinas de Melhoria Contí-
nua que permitem a utilização/discussão das ferramentas existen-
tes no Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança.
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