magazine RISCO ZERO n5 - page 42

magazine risco zero
1. INTRODUÇÃO
No inicio da Higiene Industrial relacionava-se a doença profissional com o agente pro-
dutor ou com um posto de trabalho concreto. Posteriormente, evoluiu-se, fixando-se
para a maioria dos contaminantes químicos e agentes físicos “níveis admissíveis de
exposição” de forma a considerar que sempre que a exposição se mantenha abaixo
desses valores os trabalhadores estão protegidos de todo o efeito prejudicial. A higiene
do trabalho propõe-se combater, usando técnicas ambientais, as doenças profissionais,
identificando os factores existentes no ambiente do trabalho e que podem alterar a
saúde do trabalhador, visando eliminar ou reduzir os riscos profissionais ou sejam, con-
dições inseguras de trabalho que podem afectar a saúde e o bem-estar do trabalhador.
Os agentes contaminantes surgem sob várias formas, tais como: físicos, químicos bioló-
gicos. Existem amplos conhecimentos quanto à ocorrência e efeitos prejudiciais destes
agentes, quanto à sua avaliação e quanto ao seu controlo através de medidas preventi-
vas. Apesar disso, nos tempos que correm, ainda se regista um número inaceitável de
doenças profissionais.
O reconhecimento dos riscos compreende o estudo de operações e processos de traba-
lho do ponto de vista da possível geração e dispersão destes agentes que constituem
um verdadeiro perigo para a saúde dos trabalhadores. Esta é uma etapa fundamental
na prática da higiene no trabalho.
2. Fundamento Teórico sobre Poeiras
Grande parte dos processos industriais envolve operações que levam à formação de
partículas de dimensões extremamente reduzidas que permanecem em suspensão no
ar. Tratam -se de aerossóis, que podem ser apresentados no estado líquido ou no estado
sólido.
Fernando Dange
POEIRAS
ESTUDO DE CASO
ARTIGO PROFISSIONAL
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