Magazine Risco Zero N.º 31

magazine risco zero SUPLEMENTO SHST causar acidentes. Nesta etapa, devem ser considerados todos os aspectos do trabalho, incluindo atividades não rotineiras, como serviços de reparação e manutenção, bem como o histórico de acidentes de trabalho da empresa. Passo 2: estimar o Risco (quem e como podem ser atingidos) Em seguida, o profissional responsável por realizar a avaliação deve apontar cada risco encontrado e estabelecer o nível de cada um deles. Nesta etapa, é fundamental conseguirmos observar quem poderá ser atingido caso algum dano aconteça, e como este funcionário poderá ser atingido. Deve estar claro para cada actividade realizada e identificada, quem e como podem ser atingidos. É preciso considerar todos os trabalhadores, independentemente do regime e rotina de trabalho de cada um, sem esquecer de incluir os visitantes que poderão vir á empresa e os subcontratados. Para cada perigo identificado no primeiro passo, pense em quem sofrerá caso ele se materialize. Para estimar o Risco nesta etapa, é preciso tomar algumas notas, tais como: • Quem pode ser atingido e como? • O quão sério podem ser as consequências do evento • Qual é a probabilidade de que alguma coisa possa acontecer errado? Para todas as questões acima, é preciso definir o Risco caso seja baixo, médio ou alto. Passo 3: avaliar o Risco Após ter estimado o Risco, você precisa definir e avaliar o Nível de risco para cada actividade. Para isso, é fundamental considerar a probabilidade Vs a Consequência e saber o Nível de Risco. É possível ter esta informação, utilizando a metodologia “Matriz de Riscos” que combina estes factotes entre a Probabilida de e a Consequência. Existe uma fórmula matemática para isso: calcule a probabilidade de ocorrência vezes a gravidade do resultado. Cada um desses fatores é representado por um número,

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