Magazine Risco Zero nº18

5 CIDADANIA A comunicação é fundamental visando es- clarecer e eliminar todas as dúvidas que pos- sam aparecer nos procedimentos de gestão de crise, é preciso ajudar os funcionários a passarem por um processo de psicoad- aptação, estabelecendo um complô saudável entre a emoção e a razão, procurando aliviar a emoção, para que, apesar dos momentos de crise possamos com alguma razão libertar a emoção para novas experiências, e apesar da realidade dos nossos tempos onde: mal surgem sonhos e belas esperanças, logo vem a dura realidade destruindo tudo, possamos ser resilientes e aprender com as adversi- dades, e entender que tudo acontece segundo a vontade de Deus. Não existindo ainda vacina contra o Coro- navírus, a melhor atitude é a prevenção. Em conformidade com as orientações da Direção Geral do SIAC e visando padronizar as medi- das profiláticas de biossegurança na rede, fo- ram adoptados os seguintes procedimentos: • Criamos condições básicas para lav- agem das mãos com água e sabão para todos os utentes, sendo importante re- alçar o papel interventivo do Governo Provincial de Malanje que forneceu às Instituições Públicas e empreen- dimentos privados depósitos de re- tenção de água devidamente alterados para o efeito, visando ajudar e facilitar o cumprimento da primeira medida e senão a medida mais importante na prevenção contra a contaminação pela COVID-19. A Subunidade possui quatro balneários públicos dos quais dois internos respondendo às necessi- dades dos funcionários e os balneários externos para os utentes, estando os últimos no interior, posicionaram-se estrategicamente dispensadores de água, tornando obrigatória a lavagem das mãos antes de qualquer contacto com colaboradores, portas e maçane- tas. • Para os colaboradores antes do início de qualquer atendimento, é utilizada a solução antisséptica de base alcoólica. Importa referir que a Direção Geral do SIAC, sempre primou pelas medi- das de biossegurança, desde a cam- panha de prevenção contra o vírus de Marburg ( agente causador da febre hemorrágica) alocando-se anterior- mente dispensadores de Álcool-Gel visando a desinfecção das mãos para além da higienização com água e sabão nos balneários internos, onde também foram criadas condições para secagem das mãos com toalhetes de papel descartáveis. • No que diz respeito ao ambiente de trabalho, foram reforçados os planos de higienização conforme recomen- dado, com especial atenção para os equipamentos, assim como objectos e superfícies de maior contacto como: portas, maçanetas, teclados, ATM’s, entre outros. Também é efectuada a limpeza das cadeiras dos utentes antes e depois de cada atendimento realiza- do. • O uso de Equipamentos de Protecção Individual (EPI’s) é fundamental e foi adaptado de acordo com a classifi- cação de risco do local. Ao constatar- mos a dificuldade de reabastecimento dos stocks, do material de biossegu- rança descartável devido à elevada procura e à escassa oferta, realizamos algumas actividades de benchmark- ing, buscando melhores práticas a nív- el local, visando reduzir custos e min- imizando a carência no que concerne às máscaras de proteção individual descartáveis. Sendo assim solicita- mos a uma empresa local a custom- ização de máscaras de proteção indi- vidual para os funcionários da rede SIAC. É importante reforçar que o uso da máscara é obrigatório em toda a rede SIAC quer por parte dos utentes, quer por parte dos prestadores de serviços. Luvas descartáveis não são excepção, no caso dos colaboradores que manuseiam e tramitam documen- tos de utentes que solicitam os nossos serviços. • Na gestão do atendimento, na gestão de filas e na gestão do acesso ao es-

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