Magazine Risco Zero Nº 14
magazine risco zero Para além destes riscos mecânicos, acima referidos, existem no setor rural, os denominados riscos químicos com a uti- lização de produtos fitossanitários e agrotóxicos cuja com- posição química pode afetar irreversivelmente a saúde dos trabalhadores. O contato com produtos tóxicos, nocivos, nocivos, combustíveis e irritantes podem provocar seque- las na saúde, quer a nível das vias respiratórias (utilização de máscara de proteção) quer a nível da pele (utilização de luvas, vestuário de trabalho e a utilização de cremes regene- radores). Estes riscos químicos têm potenciais consequências para a saúde dos colaboradores, como a ocorrência de asfixia, into- xicação aguda, queimadura, entre outros, podendo ainda ori- ginar dermatoses, problemas respiratórios, alergias, asmas ou estados oncológicos diversos. Para além destes riscos mecânicos, acima referidos, existem no setor rural, os deno- minados riscos químicos com a utilização de produtos fitossanitários e agrotóxicos cuja composição química pode afetar ir- reversivelmente a saúde dos trabalhado- res. O contato com produtos tóxicos, no- civos, nocivos, combustíveis e irritantes podem provocar sequelas na saúde, quer a nível das vias respiratórias (utilização de máscara de proteção) quer a nível da pele (utilização de luvas, vestuário de trabalho e a utilização de cremes regene- radores). Estes riscos químicos têm potenciais consequências para a saúde dos colaboradores, como a ocorrência de asfixia, into- xicação aguda, queimadura, entre outros, podendo ainda ori- ginar dermatoses, problemas respiratórios, alergias, asmas ou estados oncológicos diversos. Também existem neste setor inúmeros riscos físicos como a exposição excessiva ao sol que pode provocar além de cãibras e síncopes, problemas cancerígenos na pele. Como medida de prevenção sugerimos que esses trabalhadores devem utilizar um creme protetor para os raios solares as- sim como estarem hidratados. Em dias frios sugere-se que os trabalhadores adotem um vestuário de trabalho apropria- do para o frio, gorro e consumam bebidas quentes. O ruído e as vibrações podem provocar a médio e longo prazo lesões e doenças profissionais. Sugere-se que os trabalhadores além da utilização de EPIs apropriados, façam rotatividade e pau- sas para diminuir a exposição a estes dois perigos. A utilização de meios mecânicos (se disponíveis) deve ser privilegiado, evitando os esforços ergonómicos. Pelo facto de este trabalho também se assumir pela execução de tarefas rotineiras/repetitivas/monótonas e carga física, podemos elencar os riscos psicossociais associados à tarefa com potenciais consequências para a saúde dos Os riscos biológicos estão normalmente associados pela exposição dos trabalhadores a animais, agentes infeciosos, pólenes, detritos de origem animal e outros parasitas endémicos. Desenvolvimento de problemas respiratórios como alergias, estádios de asma, doenças infectocontagiosas diversas e outras doenças com origem em agentes biológicos como bactérias, parasitas e fungos. No que concerne à pressão na coluna, membros inferiores (muitas atividades no setor rural são efetuadas na posição ortostática) e ombros (essencialmente) que podem vir a provocar lesões músculo-esqueléticas resultantes de sobre esforços lombares, cervicais e dorsais, devem os trabalhadores adotar posturas corretas no manuseamento de cargas (levantamento e transporte). Este setor acarreta muito trabalho repetitivo e monótono, geralmente efetuado na maioria das vezes por trabalhadores do sexo feminino com preponderância do surgimento de tendinites. Os trabalhadores devem alterar várias vezes ao dia de postura evitando uma adoção estática que limite a circulação plena de sangue no organismo. Potenciais consequências para a saúde dos colaboradores como a ocorrência de contusão ou fratura, podendo ainda originar doença crónica circulatória (varizes) ou lesões músculo-esqueléticas de natureza variada. É comum que problemas desta natureza causem doenças osteomusculares e lesões por esforço repetitivo, com queixas permanentes e um decréscimo de qualidade de vida do trabalhador.
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