Magazine Risco Zero Nº 14

/37 A. Costa Tavares × Técnico Superior de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho × Quadro Superior da Câmara Municipal de Cascais - Portugal × Formador, docente e consultor em matéria de SST colaboradores como a ocorrência de mau estar, desconforto, incomodidade, fadiga, stress e lesões diversas. Adoção de Equipamentos de Proteção Individual: A utilização de EPIs DEVE ser OBRIGATÓRIA (responsabilidade do empregador). Abaixo indicamos alguns EPIs (não exaustivos) dependendodesetorespecíficoedeatividadecasuística: • Máscara de proteção respiratória; • Máscara de proteção facial ou viseira facial (contra projeções poeiras e salpicos químicos); • Luvas de proteção (normalmente feita em material resistente e impermeável). No exercício por exemplo de monda química deverão ser de cano alto; • Capacete (principalmente para trabalhadores de corte de árvores); • Calçado de segurança, como botas de cano longo (impermeável se manusear produtos agrotóxicos); • Óculos de proteção transparente e resistente às radiações ultravioletas; • Protetor auricular (manuseamento de máquinas ruidosas; • Avental de segurança commangas longas e justas ao corpo e que proteja o tronco e as pernas; • Perneira, para quem trabalha no corte de árvores e arbustos (motorroçadores e motosserristas); Concluindo, este setor da agricultura como vimos nas páginas anteriores comporta uma série de PERIGOS e RISCOS profissionais com grande desgaste dos seus trabalhadores. Deve pois, haver uma preocupação das entidades oficiais que tutelam as áreas da PREVENÇÃO mas também da FISCALIZAÇÂO em elucidarem cada vez mais os trabalhadores deste setor, INFORMAÇÃO essa que deve ser assertiva tendo em conta que muitos desses trabalhadores ainda têm um grau de iliteracia acentuada. Aomelhorar progressivamente a relaçãoHOMEM/TAREFA, está-se pois, a contribuir para a redução de sinistralidade e também para a diminuição de doenças ocupacionais. Esta premissa reforça a necessidade de se repensar que os ambientes de trabalho devem ser projetados tendo em conta todas as características envolvidas: os meios técnicos, organizacionais e essencialmente pessoais. Devemos pois zelar pela preservação da SEGURANÇA e da SAÚDE de TODOS os agentes envolvidos no mundo rural com efeitos na MAXIMIZAÇÃO da QUALIDADE de VIDA e da PRODUTIVIDADE do TRABALHADOR. “Se pensa que SEGURANÇA é um CUSTO excessivo, então experimente um ACIDENTE de trabalho!”

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