Magazine Risco Zero Nº13
magazine risco zero Por conseguinte a FORMAÇÃO nes- ta área da PREVENÇÃO (e porque um acidente já não tem retrocesso) foca-nos no conceito de DESENVOL- VIMENTO ORGANIZACIONAL – INVESTIMENTO do CAPITAL HU- MANO. E se a DIAGNOSE for (como atrás referimos) partilhada, discutida, com recursos a questionários, entrevistas, observação pelo técnico de preven- ção, indicadores de sinistralidade, avaliação de acidentes anteriormente ocorridos e registo da última avalia- ção de desempenho, descrição das funções e tarefas em cada posto de trabalho, claramente o PLANEA- MENTO da ATIVIDADE FORMA- TIVA terá mais eficácia, além do IMPACTE futuro que se prende apenas numa premissa: diminuir a curva da SINISTRALIDADE e contribuir para o aumento do BEM-ESTAR físico, social, emocional e psico- lógico. Vejamos este exemplo: Numa simples GRELHA de COMPETÊNCIAS, vou traçar que competências os colaboradores daquele setor deverão ter (área da SST) para que o trabalho flua sem incidentes e acidentes de trabalho. Temos 3 colaboradores, o A, o B e o C: Temos 5 tarefas que diariamente eles executam. T1: Planeamento do trabalho (ver os EPI’s necessários, o ves- tuário de trabalho, os equipamento de trabalho necessários para esse dia, etc); T2: Execução do trabalho (falhas, incidentes, paragens, erros executórios, etc); T3: Relacionamento interpessoal e comunicação (má dispo- sição, conflitualidade, agressões verbais, indiferença, deslei- xo, incúria, desresponsabilidade, etc); Neste exemplo que enumeramos, temos GAPS na área da PREVENÇÃO naquele local (pode ser por exemplo uma oficina de carpintaria), em que ficamos elucidados quanto às necessidades formativas para “atacar” as competências necessárias ao desempenho socioprofissional dos três traba- lhadores. Colaborador A (que pode muito bem ser recente naquele local) vai ter que ter formação na área do fazer, na área do ser e também ajustar-se à cultura da oficina com formação na área comportamental. Feito então o DIAGNÓSTICO de NECESSIDADES FOR- MATIVAS, temos o planeamento para a realização da ação e respetivo desenvolvimento por parte do formador. Neste pa- tamar seria interessante ser facultado ao formado, a grelha de competências dos formandos que vão estar presentes na ação de formação de forma a ele poder “beber” informação mais detalhada sobre cada um.
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