Magazine Risco Zero N.º 35
magazine risco zero Dr. Idalécio Cauele ARTIGO PROFISSIONAL A FISCALIZAÇÃO DOS PLANOS DE EMERGÊNCIAS PELA IGT O Plano de Emergências – PE , fiscalizada nas empresas XYZ pela IGT, nos termos do n.º 4 do artigo n.º 6.º do Decreto Presidencial n.º 90/22 de 18 de Abril - Estatuto Orgânico da IGT, define umconjunto de normas e procedimentos técnicos devidamente conhecidos e testados, que determinam uma gestão otimizada dos recursos e materiais, sendo simultaneamente um instrumento de prevenção e de gestão operacional, pois identifica os riscos e estabelece os meios para fazer face a uma situação de acidente grave, fatal, catástrofe ou calamidade, que possa colocar em risco a segurança das pessoas, instalações ou do meio ambiente. O Plano de Emergências – PE , é um documento estratégico obrigatório que define procedimentos técnicos e administrativos para agir rapidamente em acidentes (incêndios, vazamentos, inundações) coma função de detalhar sobre quais procedimentos devem ser seguidos durante uma ocorrência desde identificação de riscos e vulnerabilidade, gestão de EPI´s e EPC´s, permissão de trabalho, controle de acesso e segurança patrimonial, manutenção corretiva e preventiva, treinamento e conscientização, limpeza e organização. Inclui ainda, informações como orientações para evacuação e primeiros socorros afim de garantir respostas rápidas e seguras em momentos críticos, para garantir a eficácia e eficiência do mesmo. Segundo Veiga (2000), um Plano de Emergência obedece a várias características: • Simplicidade - para ser bem compreendido e evitar confusão e erros; • Flexibilidade - permitir a adaptação a situações não coincidentes com cenários inicialmente previstos; • Dinamismo - este deve ser atualização em função do aprofundamento da análise de riscos e da evolução quantitativa e qualitativa dos meios disponíveis; • Adequação - este deve ser adequado à realidade da entidade e dos seus meios; • Precisão - o plano deve ser claro na atribuição de responsabilidades. No entanto, e apesar do plano de emergências – PE, nas empresas XYZ, a ser condicionado pelas especificidades na sua elaboração e atendendo a cada contexto, perigo, riscos operacionais, existem componentes essenciais desde: • Componente Técnica: Sinalização de emergência, de informação, de proibição e de obrigação, extintores, bocas- de-incêndio, detetores de incêndio, planta baixa, mapas, pictogramas, equipamento de combate a incêndio. • Componente Humana: centro de coordenação de emergência as suas funções são: identificar e avaliar perigos, planear e coordenar, combate, evacuação, alerta, alarme e manutenção de equipamentos, colocação de sinalização, coordenação de apoio exterior. • Componente Formação: Informação prévia, formação regular e contínua, simulacros e treinos imediatos aos recém-admitidos. • Componente médica e primeiros socorros: Meios para prestar os primeiros socorros, considerar o número de acidentados e o grau de gravidade das lesões, fazer ligação aos serviços de saúde e hospitais, formar socorristas internos. AELABORAÇÃODOPLANODE EMERGÊNCIAS – PENAS EMPRESAS XYZ, COMPREENDE AS SEGUINTES FASES: • Caracterização do espaço; • Identificação dos riscos; • Levantamentos dos meios e recursos; • Estrutura interna de segurança; • Plano de intervenção; • Plano de evacuação; • Seleção dos trabalhadores e formação das equipas; • Exercício de treino; • Informação aos trabalhadores e utilizadores. CASOPRÁTICO, 1CENÁRIOIMPRUDENTECOMAFALTA DE PLANO DE EMERGÊNCIA, NAS EMPRESAS XYZ DO RAMO DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA, TRABALHAM NO
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