Magazine Risco Zero nº21
Referências bibliográficas: • ENSP. Escola Nacional de Saúde Pública, Barómetro COVID-19 – Saúde Ocupacional. A Saúde Ocupacional e o risco da COVID-19, 2020. Disponível em: https://barometro-covid-19. ensp.unl.pt/resultados-do-questionario-1-a-saude-ocupacional-e-o-risco-de-covid-19/ (acedido em 7 de fevereiro de 2021). • EU-OSHA, European Agency for Safety and Health at Work. Belgium - Recognition of Covid-19 as an occupational disease extended to workers in essential services, 2020. Disponível em: https://osha.europa.eu/pt/oshnews/be-recognition-covid-19-occupational-diseases-extended-critical-workers-essential (acedido em 6 de fevereiro de 2021). • Sousa-Uva A. A Saúde Ocupacional e a pandemia da COVID-19, 23 de Março de 2020. Disponível em: https://blog.safemed.pt/a-saude-ocupacional-e-a-pandemia-da-covid-19/ (ace- dido em 04 de fevereiro de 2021). • Sousa-Uva A. A COVID-19 pode ser uma doença profissional? Healthnews, 11 de maio de 2020. Disponível em: http://blog.safemed.pt/author/antonio-de-sousa-uva/ (acedido em 6 de fevereiro de 2021). • Sousa-Uva A. A Saúde Ocupacional e a pandemia da COVID-19: velhos problemas com novos desafios ou novos problemas com velhos desafios? Healthnews, 21 de maio de 2020. Disponível em: https://healthnews.pt/2020/05/21/a-saude-ocupacional-e-a-pandemia-da-covid-19-velhos-problemas-com-novos-desafios-ou-novos-problemas-com-velhos-desafios/ (acedido em 7 de fevereiro de 2021). exposição à radiação ionizante tão baixa quanto razoavelmente possível, tendo em conta factores sociais e económicos”. OServiço emestudo é formado por umconjunto de instalações devidamente preparadas para o efeito. Estas instalações situam- se ao nível de solo, cumprindo com o artº 48º do DL 180/2002. A sua localização encontra-se condicionada pelo tipo de risco 2, segundo a tabela VI do artº 83º do Anexo VI do mesmo DL. A instalação dispõe de duas zonas distintas: zona activa e a zona não activa. De acordo com o artº 61 do DL 180/2002, a zona activa compreende as seguintes dependências: radiofarmácia; área de transição; sala de administração de radiofármacos; sala de espera para doentes a quem foram administrados radiofármacos e respectivas instalações sanitárias; área de Imagiologia; zona de recepção, abertura e armazenamento de produtos radioactivos; área de resíduos; área de lavagem. As zonas das instalações que não se consideram como zona activa constituema zona não activa. Aequipa de trabalho é constituída por dois Técnicos de Medicina Nuclear, dois Enfermeiros, dois Médicos, um Físico e duas Técnicas Administrativas. Método Com este estudo, pretendeu-se, essencialmente, identificar, estimar e valorar os riscos para a segurança e saúde das pessoas face à sua gravidade e probabilidade, visando obter a informação necessária à tomada de decisão relativa às acções preventivas a adoptar. Para isso, foi necessária a aplicação de um método de avaliação de riscos profissionais de modo a conceber as medidas de prevenção e protecção necessárias. Pretendeu-se, também, delimitar a fronteira de actuação do Físico e a do TSST ou TST, cujas funções são perfeitamente diferenciáveis e igualmentenecessárias. OmétododeAvaliação de Riscos escolhido foi o MARAT (Método de Avaliação de Riscos de Acidentes de Trabalho), por ser generalista, relativamente completo, intuitivo e de fácil aplicação. Neste método, determinou-se o Nível de Deficiência, através de Listas de Verificação (exemplificadas na tabela seguinte) , o que, em conjunto com o Nível de Exposição, permitiu determinar o Nível de Probabilidade, que, por sua vez, conjugado com o Nível de Severidade, possibilitou a determinação do Nível de Risco e, consequentemente, o Nível de Controlo. Artigo original: https://bit.ly/2SNgm4u magazine risco zero
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