Magazine Risco Zero nº16

ARTIGO REVISTA SEGURANÇA O IMPACTO DO BEM-ESTAR E DA QUALIDADE DE VIDA NOS TÉCNICOS DE TRABALHOS EM ALTURA Reedição de artigo cedido pela Revista Segurança na sequência da parceria estabelecida com a Magazine Risco Zero. "Para que a cultura de segurança seja intrínseca, precisamos de adquirir conhecimentos e colocarmos em prática no dia-a-dia do trabalho aos Técnicos de Trabalhos em Altura." O trabalhador é o bem mais precioso dentro das organizações, no entanto, continuamos a focar-nos na visão mecânica da segurança e a colocar em segundo plano “Homem”. A nossa experiência leva-nos e concentra-se no “Capital Humano”. Na verdade, o trabalhador é um todo de emocional, físico e racional que em equilíbrio tem o potencial ótimo para transpor para o trabalho as boas práticas e os comportamentos seguros que advêm da sensibilidade e conhecimentos que vai adquirindo ao longo da vida. Para que a cultura de segurança seja intrínseca, precisamos de adquirir conhecimentos e colocarmos em prática no dia-a-dia do trabalho aos Técnicos de Trabalhos em Altura. A cultura de segurança e saúde no trabalho devia ser transversal a todo o nosso ensino, desde o pré-primário ao doutoramento, pois passamos a maioria do nosso tempo a trabalhar e não privilegiamos as condições em que fazemos o nosso trabalho. Não basta termos a formação e a informação em segurança e saúde no trabalho, o importante é o que fazemos com a formação e informação que temos. Serão as boas práticas uma obrigação ou uma necessidade? A cultura de segurança é intrínseca ao trabalhador ou extrínseca? Continuamos a ver que esta área que grita de uma forma muito muda nas organizações confina-se a papéis, certificações, máquinas,emuitopoucoabonshábitosreaiseconcretos,diários do comportamento humano e condição física e intelectual do trabalhador. Naverdade, oqueos trabalhadores fazemgritamais magazine risco zero

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