Magazine Risco Zero Nº 14
magazine risco zero Câmara de Comércio e Indústria de Angola A CÂMARA DO COMÉRCIO E INDÚSTRIA E A MULHER RURAL EM ANGOLA ARTIGO INFORMATIVO CCIA No âmbito das suas atribuições, a Câmara de Comércio e Indústria de Angola, desenvolveu um programa voltado à mulher, em parceria com as suas congéneres, que lhe permitiu promover seminários de capacitação expecífica para mulheres a exemplo de: Como Iniciar o seu Negócio, Ética nos Negócios, Envolvimento do género na sociedade, a Responsabilidade Social das Empresas junto das comunidades, o Papel das Multinacionais no desenvolvimento das sociedades, Segurança, Saúde e Higiene no Trabalho, temas dissertados por prelectores internos eexternos comexperiências compravadas comoaNoruega, Portugal, Brasil, África do Sul, Rwanda e Nigéria – voltadas ao desenvolvimento do empreendedorismo feminino e dos jovens. A CCIA Tem acompanhado com muita satisfação iniciativas de organizações de mulheres empreendedoras acções a favor da mulher rural que em parceria com instituições financeiras apoiam as famílias com microcréditos objectivando potenciar os pequenos negócios efectuado pelas mulheres e a criação de novos postos de emprego. Na sua maioria acções direccionadas ao comércio informal, pastelaria e salões de beleza, corte e costura criados por senhoras, como forma de alavancar a produção na classe feminina e reduzir o índice de pobreza. É fundamental que o estado e os seus parceiros efectivem nas suas estratégias de desenvolvimento, o programa de empoderamento feminino, com objectivo de solucionar os principais problemas que afectam a mulher, como o desemprego, a vulnerabilidade e permitir a sustentabilidade das suas famílias. As instituições do Estado e a sociedade em geral, têm que cada vez mais reflitir sobre o desenvolvimento sustentável e numa maior aposta no empreendedorismo, como forma de redução da pobreza, a luz dos objectivos de desenvolvimento sustentável concretamente no seu Nº5. Referenciados nos pontos: 5a. Realizar reformas para dar às mulheres, direitos iguais aos recursos económicos, bem como o acesso a propriedade e controlo sobre a terra e outras formas de propriedade, serviços financeiros, herança e os recursos naturais, de acordo com as leis nacionais. 5b. Aumentar o uso de tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres.
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