Magazine Risco Zero N.º 35
/73 Dra. Diana Ferreira × Consultora externa de ESG para a NWA × Responsável de Qualidade e Sustentabilidade da Box4 Agestãoeficazdeemergênciascontribui paraaproteçãodavida humana, a redução de impactos ambientais, a confiança dos trabalhadores e a continuidade das operações. Num contexto de riscos crescentes, desde acidentes de trabalho a fenómenos climáticos extremos, a preparação deixa de ser opcional e passa a ser um fator crítico de resiliência organizacional. Preparação: primeiro pilar de uma abordagem sustentável à gestão de emergências • Identificação e avaliação dos riscos associados às atividades da empresa; • Existência de planos de emergência atualizados; • Definição clara de responsabilidades; • Formação regular dos trabalhadores; • Realização de simulacros. Resposta: rápida, organizada e eficaz • Segurança das pessoas é prioridade absoluta; • Contenção de impactos ambientais e da proteção dos ativos; • Comunicação clara e atempada; • Cumprimento rigoroso dos procedimentos estabelecidos; • Cooperação com entidades externas, como serviços de emergência. Estes passos são determinantes para evitar a escalada do incidente e minimizar danos sociais, ambientais e económicos. Algumas das falhas críticas frequentes na gestão de emergências são: • Inexistência ou desatualização dos planos de emergência; • Formação insuficiente dos trabalhadores; • Falha de comunicação interna; • Manutenção inadequada dos equipamentos de segurança. Estas falhas aumentam significativamente o risco de acidentes, impactos ambientais e prejuízos reputacionais para as organizações. A melhoria contínua é, por isso, indispensável. Ao integrar a gestão de emergências nos seus processos de decisão, a empresa fortalece os pilares Social e de Governação do modelo ESG, promovendo ambientes de trabalho mais seguros, sustentáveis e resilientes.
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