Magazine Risco Zero N.º 34

SUPLEMENTO SHST Eng.ª Cristina Pedro Pascoal da Costa Formada em engenharia ambiente e de segurança no trabalho, com formação internacional da NEBOSH e vários cursos nas áreas de Qualidade, Saúde, Segurança e Ambiente. Com mais de +5 anos de experiência de trabalho com engenheira ambiental na Indústria da Construção Civil e atualmente na Indústria de Petróleo e Gás com quase 10 anos de experiência de trabalho com conhecimento nas áreas de Qualidade, Saúde, Segurança e Ambiente como profissional. Extrovertido e detalhista, proficiente na construção e manutenção de relações profissionais. magazine risco zero Pode ser adaptadas as soluções, como: 1. Implementação digital de rastreio de resíduos Rastreio digitalizado de manifestos de resíduos transferidos de instalações offshore e onshore, usando a tecnilogias de etiquetas RFID + GPS + relatórios na nuvem e como resultado espera-se que haja uma redução de erros do rastreio; relatórios de conformidade mais rápidos; zero manifestos de resíduos perdidos durante a auditoria. 2. Rastreio e relatórios digitais de emissões Monitoramento digitalizado de emissões e relatórios de instalações de tratamento de resíduos e aterros sanitários. Usando tecnologias como Sensores IoT + GSM + relatórios na nuvem, como resultado espera-se que haja uma redução de erros de rastreio; relatórios de conformidade eficaz e receber alertas automaticos em caso de não conformidade. 3. Rastreio de contentores tipo skip com GPS/LTE Reduzindo erros e garantir a localização em tempo real; a digitalização de manifestos de resíduos com RFID e relatórios em nuvem, eliminando perdas durante auditorias; e o monitoramento digital de emissões em aterros e unidades de tratamento, com alertas automáticos em caso de não conformidade. A integração destas soluções com normas como ISO 14001 e ISO 45001 fortalece os sistemas de gestão, permitindo o acompanhamento em tempo real de indicadores como taxa de frequência de acidentes de trabalho, derrames e emissões, além de facilitar investigações automatizadas de incidentes e o seguimento de ações corretivas e preventivas. Os resultados são tangíveis: ciclos de relatórios mais rápidos, redução de incidentes, maior envolvimento dos trabalhadores e transparência reforçada perante reguladores e clientes. A jornada de transformação digital da AES segue um roteiro estruturado, desde a avaliação inicial de ferramentas até a fase de melhoria contínua e análise avançada. A transição para a era digital exige também um forte investimento em sensibilização e comunicação. A formação da força de trabalho, a criação de sinergias entre HSA e TI, o uso de aplicações personalizadas e a implementação de ciclos de feedback contínuos são fundamentais para o sucesso. Olhando para o futuro, as tendências apontam para o uso de IA na previsão de riscos ambientais, bases de dados robustas para rastreabilidade de resíduos, realidade virtual para formação em segurança e integração com sistemas ESG e de carbono. Conclui-se que a digitalização não é apenas uma questão tecnológica, mas uma mudança cultural profunda. Trata-se de adotar uma abordagem proativa, transparente e orientada por dados, construindo um futuro mais seguro, inteligente e sustentável para o setor de petróleo e gás. e manutenções regulares dos equipamentos, além da implementação rigorosa de protocolos de segurança. Essa combinação entre tecnologia e responsabilidade transforma a automação emumaliado estratégiconamelhoria contínua dos processos de trabalho. Vale lembrar que adotar a automação, bemcomo outras boas prática, não se trata apenas de inovação tecnológica, mas sim de um claro compromisso da entidade empregadora com a segurança da equipa, a sustentabilidade do negócio e o bem-estar dos seus trabalhadores.

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