Magazine Risco Zero N.º 32

PRÉMIO PARA O MELHOR TRABALHO APRESENTADO NO CONGRESSO ONLINE 2025 ACEITAM-SE TRABALHOS: • Originais (nunca publicados ou divulgados) • Publicados na RPSO ou na Magazine Risco Zero • Publicados/divulgados noutros contextos (desde que sem entraves legais). Os Revisores mais ativos serão convidados a escolher os 10 melhores. O que obtiver mais pontuação ganha o título de melhor trabalho apresentado no Congresso Online e 500 Euros . PRÉMIO PARA MELHOR ARTIGO PUBLICADO EM 2025 Os Revisoresmais ativos são convidados desde os últimos anos a escolher os 10melhores artigos publicados em cada ano, sendo excluídos aqueles em que pelo menos um dos autores pertence à Equipa Técnica da RPSO. O artigo que obtiver mais pontuação ganha o título de melhor artigo publicado e 500 Euros . Mais informações em www.rpso.pt Artigo original: https://shorturl.at/IhSZM Autores: × Mónica Santos × Armando Almeida × Dina Chagas Estilo de liderança poderá ser definido como o padrão razoavelmente estável, a nível de comportamentos, com o objetivo de motivar, orientar e gerir os liderados, em função dos pontos fortes e fracos. Apesar de cada líder ter usualmente o seu estilo, este não émantido de forma homogénea em todas as situações. O estilo de liderança geralmente é escolhido em função de questões culturais da sociedade, experiências prévias, género, contextos político/socio/económico, cultura da instituição, metas, perfil dos funcionários e setor profissional. Um líder tem de ser competente e eficaz. Deverá conseguir influenciar as crenças, valores, atitudes e comportamentos dos funcionários, de forma a atingir os objetivos da instituição. Os líderes com sucesso eram vistos como sendo aqueles com determinação, autoridade e coragem; caraterísticas geralmente mais atribuídas ao sexo masculino, o que os coloca em vantagem, neste contexto. Discussão e Conclusões Os estereótipos estão inseridos em todos os departamentos da nossa vida; não só poderão existir diferenças a nível de sinistralidade, como também se encontram outras divergências em parâmetros como capacidade e tipos de liderança, remunerações, divisão de tarefas, autonomia, satisfação e coordenação com restantes departamentos (como vida pessoal, familiar e/ou doméstica), ainda que existam alguns aspetos não consensuais ou até contraditórios entre investigadores. Seria interessante perceber até que ponto as empresas portuguesas se encaixam ou não no que está descrito na generalidade da literatura e de que forma tal influencia variáveis da saúde ocupacional e como isso foi evoluindo ao longo dos anos. Pub

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