Magazine Risco Zero N.º 32
magazine risco zero Dr. Telmo dos Santos × Responsável do Departamento de Saúde, Segurança e Ambiente da UNITEL SA e das suas subsidiárias UNITEL Money (Unitel Serviços de Pagamentos Móveis) e UNICANDA (Unitel Agronegócio). × Técnico Superior de Saúde e Segurança Ocupacional e Mestre em Gestão Ambiental, Saúde e Segurança Ocupacional, pela Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade de Sunderland, Londres e Doutorando em Psicologia, pela AIU. × Especializado em Higiene Industrial pela Faculdade de Higiene Industrial de Londres, tendo as certificações internacionais da NEBOSH e IOSH. × Formador e Docente, rosto de várias conferências nacionais e internacionais e autor de vários artigos técnicos sobre segurança rodoviária, ambiente, saúde e segurança no trabalho e artigos motivacionais. × Experiência de mais de 10 anos na Indústria Petrol fera, é Secretário Geral da AAMGA (Associação Angolana de Manutenção e Gestão de Ac- tivos), membro Fundador da AASSO (Associação Angolana de Segurança e Saúde Ocupacional), membro do Núcleo Autónomo de Segurança no Trabalho da APSEI (Associação Portuguesa de Segurança) e Autor do Livro ‘Segurança Doméstica e Infantil’. estações de aluger de trotinetes elétricas, o que é umexcelente exemplo de iniciativas simples e que devem ser replicadas para repensarmos a mobilidade e ajudar a combater a poluição e os seus malef cios. Um outro excelente exemplo é a cultura do uso de bicicletas de alguns até entre pessoas do Governo e/ou da classe média como meio de transporte, como a Holanda, Dinamarca, Alemanha, Bélgica, França, China, Japão e Colômbia. Veja alguns exemplos e curiosidades: Holanda • Considerado o Pa s da bicicleta; • O Pa s tem uma infraestructura que inclui mais de 35.000 km de ciclovias; • Na capital, Amsterdã, há mais bicicletas do que pessoas; • O plano de mobilidade prioriza ciclistas e peões. Dinamarca • A capital, Copenhague, é uma das cidades no mundo mais amigáveis para ciclistas; • Cerca de 50% da população usa a bicicleta diariamente como meio de transporte. Alemanha • O ciclismo faz parte do estilo de vida urbano em cidades como Berlim e Munique. Bélgica • O Pa s é o berço de lendas do ciclismo. França • Tem uma forte cultura da bicicleta, tanto no contexto urbano quanto no recreativo. Não queremos com essa abordagem romantizar o tema ou fazer uma análise e recomendações apaixonadas. Como é evidente, mais do que a iniciativa para a manutenção da sustentabilidade rodoviária, é importante garantir também: 1. Condições de segurança f sica e de circulação para as pessoas; 2. Infraestructuras rodoviárias que permitam a coabitação com os outros meios de transportes e a circulação segura de pessoas; 3. Uma cultura de circulação commeios de transporte amigos do ambiente; 4. Respeito pelas pessoas, pelos sinais de trânsito e extremo sentido de cortesia no trânsito; 5. Incentivos a iniciativas individuais e corporativas de sustentabilidade rodoviária; 6. Melhoramento das vias públicas e da iluminação; 7. Forte aposta no sistema nacional e rede de transportes rodoviários públicos e privados; 8. Garantir um ambiente de segurança e conforto rodoviário. A manutenção do planeta e a sustentabilidade das gerações vindouras dependem das nossas acções hoje, que devem ser conscientes, seguras, ecológicas e amigas do ambiente. O seu combate é cont nuo e abrange todas as esferas da sociedade e deve ser uma prioridade máxima nas pol ticas e legislação dos Pa ses. A tecnologia fez e continuará a fazer a sua parte para garantir maior segurança e confiança, mas nunca substituirá a necessidade de o factor humano fazer bem a sua parte nesta luta importante.
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