Magazine Risco Zero N.º 31

Artigo original: https://shorturl.at/YFi0U Autores: × Mónica Santos × Armando Almeida × Dina Chagas Pub laboral, ainda que a nível de Saúde e Segurança Ocupacionais tal ainda esteja pouco explorado. Alguns investigadoresconsideramqueametodologiaclássica (e, de certa forma, passiva) de realizar educação e promoção, em contexto de Saúde e Segurança Ocupacionais está cada vez menos adequada. A Realidade Virtual consegue tornar a experiência mais apelativa, didática e interativa, mesmo em setores complexos e perigosos, como a construção civil e indústria, e sem que os participantes corram riscos reais. Potencia-se a atenção, memória e concentração; bem como motivação, satisfação e confiança, e geralmente de forma mais célere. Na prática os funcionários passam a executar as tarefas de forma mais rápida, com menos erros e com menos tempo de aprendizagem. Discussão e Conclusões Não parecem existir dúvidas que a generalidade dos indivíduos consideramais interessante realizar aprendizagem através de técnicas inseridas na Realidade Virtual e/ou Aumentada, versus as metodologias clássicas, pelo que se supõe que será essa a evolução a ocorrer, sobretudo quando esta tecnologia se tornar mais acessível e económica; pelo menos enquanto existirem postos de trabalho para parte razoável da população, caso as previsões mais catastróficas associadas à Inteligência Artificial não se concretizem. Seria interessante quantificar quantas empresas no país já utilizam a Realidade Virtual, com que objetivos e resultados específicos, publicando tais sínteses em revista especializada.

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