Magazine Risco Zero nº25

magazine risco zero ARTIGO EQS DIGITALIZAÇÃO DA GESTÃO DE RISCO DIRECIONADA ÀS ATIVIDADES DE SST O processo de identificação de perigos, avaliação e controlo de riscos é contínuo e dinâmico. Pelo que se prevê que seja revisto sempre que surja uma nova atividade, alterações de layout das instalações, alteração de equipamentos, novos produtos, entre outros. Além disso, deve-se considerar as atividades de rotina, não rotina e de emergência. eqsglobal.com Em organizações de grande dimensão e complexidade, pode tornar-se difícil a gestão e atualização do processo de identificação de perigos, avaliação e controlo de riscos. Na situação concreta de uma empresa do sector da indústria petroquímica e refinação, alvo do caso de estudo, a informação encontrava-se arquivada em servidores, em pastas e ficheiros Excel, com diferentes revisões ou informações obsoletas, as quais não eram transmitidas corretamente e atempadamente aos intervenientes, nomeadamente, aos trabalhadores. Parte da solução passou pela digitalização do processo. Houve a necessidade da introdução da plataforma digital UNO, mais propriamente o módulo de GRA – General Risk Assessment o que permitiu assegurar uma gestão do risco eficiente, transparente e acessível, integrando a informação e facilitando a demonstração de conformidade. Além do acima exposto, foram detetadas também lacunas e atrasos na informação transmitida entre as áreas de Segurança, Recursos Humanos e Medicina do Trabalho. Assim, verificou-se a necessidade da integração e interligação da área de Recursos Humanos no processo de avaliação de riscos. A comunicação e eficiência torna-se assimmuito mais ágil, sempre que ocorremmodificações nos recursos humanos com impacto previsto na avaliação de riscos, nomeadamente: admissão, alteração de função ou posto de trabalho. Dra. Ana Jorge

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