Magazine Risco Zero nº18

Referências bibliográficas: www.dgs.pt www.who.int /35 Enf. Ana Catarina Martins × Licenciatura em Enfermagem pela Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa, Lisboa; × Formadora acreditada pelo IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional) desde 2013; × Formação em Suporte Avançado de Vida, certificado pelo INEM e American Heart Association (AHA), desde 2015; × Experiência profissional em Enfermagem no Trabalho; × Enfermeira na NWA desde 2014 3. Utilização de EPI´s: • Os equipamentos de proteção individual têm como objetivo proteger as nossas mucosas, pele e roupa do contacto com o vírus. Existem diferentes tipos de EPI´s, nomeadamente, máscaras de proteção, respiradores, óculos ou viseiras de proteção, batas e luvas. Estes devem ser utilizados conforme a atividade profissional desempenhada e o risco de exposição à COVID-19. Informe-se no seu local de trabalho sobre os equipamentos de proteção que tem de usar. • Contudo, passou a ser obrigatório o uso de máscara de proteção em espaços e estabelecimentos fechados e em transportes coletivos de passageiros. • Sempre que utilizar a máscara, tenha em atenção os seguintes passos: 4. Higiene Ambiental: • Ao longo do dia, deve-se limpar e desinfetar as zonas de contacto frequente, como maçanetas de portas, teclados e ratos de computador, telefones, mesas, cadeiras e botões de elevadores. A limpeza deve ser feita com um produto de uso doméstico e de seguida aplicar lixivia diluída em água; • Emespaços fechados deve-se abrir as portas ou as janelas para manter o ambiente limpo, seco e bem ventilado. Caso não seja possível, deve-se assegurar que o sistema de ar condicionado está a funcionar corretamente e que a sua limpeza e desinfeção é feita de forma periódica. Para além disso, o ar deve ser retirado diretamente do exterior, não ative a função de recirculação de ar nos seus aparelhos de ar condicionado. 5. Auto monitorização de sintomas: A Auto monitorização de sintomas permite identificar ca- sos suspeitos de COVID-19. Assim, os trabalhadores devem realizar a auto monitorização de sintomas através da medi- ção diária da temperatura e pela confirmação da ausência de sintomas respiratórios (tosse ou dificuldade respiratória). Se apresentar sintomas, o trabalhador deve ficar em casa e con- tactar os serviços de saúde através do 111. Não havendo ainda uma vacina ou um tratamento espe- cífico para esta doença, só adotando estas medidas de prevenção podemos ter locais de trabalho que permitam (con)viver e trabalhar com saúde, segurança e bem-estar. Estas medidas só terão um verdadeiro impacto na preven- ção da infeção se forem adotadas por todos nós, num espi- rito de colaboração individual e coletiva.

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