Magazine Risco Zero nº16
Referências bibliográficas: http://bit.ly/34kn81B Dra. Maria Gracinda Junqueira × Médica, Interna de Formação Específica em Saúde Pública no ACES Pinhal Litoral CONSIDERAÇÕES FINAIS A gestão do stresse ocupacional, constitui um dos maiores desafios da atualidade na área da saúde ocupacional, quer pelo seu impacto negativo ao nível da saúde dos trabalhadores e despesa pública em saúde, quer pelas suas consequências diretas e indiretas ao nível da dinâmica das organizações e das economias de mercado. É fonte de preocupação crescente em todo o mundo e temmobilizado gestores, clínicos e decisores políticos no sentido de se encontrarem as estratégias mais eficientes no combate ao problema. Na perspetiva da EU-OSHA, é necessário sensibilizar e criar ferramentas, simples e práticas, que facilitem a gestão do stresse ocupacional. É importante promover a vigilância nacional de fatores de risco psicossociais no trabalho e o desenvolvimento de políticas e programas para prevenir o stresse e promover a saúde física e mental e o bem-estar do trabalhador (EU-OSHA, 2017), sem esquecer que a gestão do stresse ocupacional “constitui não só uma obrigação moral e um bom investimento para as entidades empregadoras como também um imperativo legal estabelecido na Diretiva- Quadro 89/391/CEE, reforçado por acordos-quadro com os parceiros sociais sobre stresse no trabalho e sobre assédio e violência no trabalho” (EU-OSHA, 2017).
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