Magazine Risco Zero Nº13
No atual século, a competição entre as empre- sas é determinante para a sua sobrevivência e a exigência para empregadores e trabalhadores é muito elevada, o que se reflete na sua saúde… A contratação de enfermeiros do trabalho pe- las empresas/ entidades estatais deve assim ser observada como estratégia de gestão para aumentar a competitividade e não, como no passado, como uma obrigatoriedade legal para cumprir os mínimos de vigilância de saúde exi- gida para os trabalhadores. É com esta visão que a Pós Graduação em Enfermagem do Trabalho da Universidade Católica Portuguesa se pretende afirmar, ajudando a formar profissionais capazes de: 1) Colaborar na gestão da saúde do trabalhador ou de grupos de trabalhadores através da promoção de ambientes de traba- lho saudáveis e seguros; 2) Trabalhar inseridos numa equipa de saúde ocupacional, contribuindo com a sua visão disciplinar para a integração dos diferentes níveis de prevenção, de acordo com as caraterísticas do local de trabalho; 3) Investigar os contextos laborais promovendo a otimização da saúde, a prevenção da doença/ do acidente e a redução dos riscos para a saúde. Nesse sentido, a formação centra-se na otimização da capaci- dade individual para tomar decisões de enfermagem, em am- biente laboral, que otimizem a capacidade de intervenção da equipa de saúde ocupacional, para que no final o enfermeiro do trabalho seja capaz de assumir um papel estratégico nas em- presas/ entidades estatais, tendo empregados e empregadores como seus clientes. ARTIGO RPSO Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional PÓS-GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM DO TRABALHO NA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Reedição de artigo cedido pela RPSO na sequência da parceria estabelecida com a Magazine Risco Zero.
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